domingo, 12 de junho de 2011

vigésimo sétimo dia - 12/01/2011 - Comodoro

Levantei cedo, tínhamos muitas coisas para resolver ...
Comecei os telefonemas logo cedo ... a MAPFRE continuava insistindo que eu devia levar o Jimny ate a fronteira, como tinha localizado um telefone da Suzuki, resolvi ligar.
Fui super bem atendido mas tinha um problema ... eles não tinham como me pegar em Comodoro ... aí ela sugeriu que eu levasse para Buenos Aires, lá ela tinha como arrumar um guincho e nos levar de volta ao Brasil.
Bem, de Comodoro a Buenos Aires são 1748 Km pelo menos 20 horas de viagem ...
Voltei na metalurgica e dei a novidade, todos ficaram contentes e me indicaram uma transportadora que como me falaram, iria cobrar o preço justo e foi ...
Advinha quanto paguei? 1500 pesos, com a promessa que na sexta ou sabado de manhã estaria em Buenos Aires ... de Bajo a Comodoro uns 500Km paguei 3500 pesos ... Mais do dobro.
Mas o saldo foi que o povo argentino é bom, claro, tendo uns fdp como no Brasil também tem.
Com isso não almoçamos com eles, fomos num restaurante tipicamente de motorista de caminhões (no bairo tinha mais de vinte transportadoras) e saboreamos um ... sei la o nome .. sei que era MIÚDOS kkk
Só sei que estava muito bão ... uma Quilmes geladinha, 'aquilo' assando na nossa mesa com um cheirinho muito bão e finalmente termos conseguido resolver "quase" tudo ... faltava nós dois ... 


Volta pro hotel e nova ligação para a Suzuki ... 
Ficou acertado que como não tinha vaga em avião e descartamos o táxi, sim a Suzuki iria pagar um táxi de Comodoro até Buenos Aires, iríamos de onibus por causa das malas e caixas ... foi a decisão certa ...
Mais um dia se foi ...  continua a saga nada ainda se resolveu, verão  kkkkk....

vigésimo sexto dia - 11/01/2011 - A VIAGEM para Comodoro

Levantamos as 4h e as 5 o motorista avisou que estava pronto ...
Colocamos as malas atras no caminhão ... rezamos e encaramos ...
No início até que a Eli estava animada ou disfarçou bem kkkkkkkkkk
Mas logo ela percebeu que não seria nada fácil aquelas horas ...
Esclarecendo ...
Na saída da cidade o motorista pegou uma estrada secundária ... tentei dialogar com ele pois tinha visto no mapa que seria só 50 Km de rípio até Perito Moreno, depois a estrada era asfaltada até Comodoro e o caminho que ele pegou era oposto a Perito, mas só me disse:   "VAMOS POR AQUI"
Achava que faríamos esse caminho:
"http://maps.google.com.br/maps?f=d&source=s_d&saddr=Bajo+Caracoles,+Santa+Cruz,+Argentina&daddr=Comodoro+Rivadavia,+Chubut,+Argentina&hl=pt-BR&geocode=FXoNLP0dE7vF-ymJNVNT3TfrvTF9TVz9VpAp6Q%3BFXAcRP0dIAj6-yn1JEjgTVTkvTFL7rg7jn-fXQ&mra=ls&sll=-47.444614,-70.927597&sspn=0.028966,0.040083&g=Bajo+Caracoles,+Santa+Cruz,+Argentina&ie=UTF8&z=7"

Aí a constatação ... iríamos pelo meio do deserto para fugir de barreiras policiais ... estávamos ilegais.
Novamente só nos restou rezar e a Eli ficar de olhos fechados quase a viagem toda ... PORQUÊ?
Para não ter uma ataque do coração ou colapso nervoso ...
O motorista, em Comodoro ficamos sabendo, é dono de uma Scania que transporta ovelhas ... estava acostumado a dirigir um caminhão grande naquelas curvas ... logo com um pequeno fazia coisas que dava medo.
E para complicar, sim, ainda teve complicação kkkkkkkkkk
No meio do nada o caminhão perdeu a embreagem ...
Depois de algum tempo fui ver com ele o que estava acontecendo, ele me mostrou que tinha soltado um encaixe e que ele colocava no lugar mas assim que pisava no pedal ele sai do lugar ...
O lembrei que tinha visto uns pedaços de borracha de câmara la atras e que daria pra amarrar ... ele gostou da idéia e as pegou ... fizemos uma gambiarra e deu certo ... a partir desse momento ele passou a ser mais simpático conosco e a falar mais ...
Mas continuava dirigindo feito louco kkkkkkkk
Ah e teve outro detalhe ... ele dirigia comendo lanche, assim fazia as curvas duas vezes mais perigosas do que aonde aconteceu o acidente ... com uma mão só ... a Eli não sabia onde se segurar, bem, confesso que ficava com medo de vê-lo dirigindo assim kkkkkkkkk
Numa parada para abastecer a Eli sugeriu convidarmos para lanchar conosco para evitar que ele comesse dirigindo ... fizemos isso, mas não adiantou no meio do caminho ele começou tudo de novo kkkkk
Bom a viagem era para ser de umas SETE horas, durou mais de QUATORZE horas ... o dobro.
Mas chegamos inteiros, foi um alivio quando vimos a cidade de Comodoro e asfalto.
Bem agora o problema era: ONDE DEIXAR O JIMNY? E nós?
Ai que valeu tentarmos ser gentil com o motorista, ademais o coitado não tinha culpa da sacanagem que o dono do Hotel nos pregou.
Ele nos levou num amigo que tem uma oficina/metalurgica, onde o seu caminhão estava sendo consertado as grades onde as ovelhas ficam ...
Na mesma hora o senhor, infelizmente sou péssimo de nomes, nos acolheu com carinho, como se fossemos amigos de longa data.
Como não tinha como tirar o jimny da carroceria, eleindicou um barranco na rua de cima, isso, um barranco mesmo kkkkk
La fomos tirar o Jimny como se fosse ovelha saindo do caminhão ...
Bem ai ele pediu para que eu entrasse no Jimny e descesse uma ribanceira sentido a metalurgica do seu amigo ... a perna bambeou ... não tive coragem pois estava sem freio e o de mão o policial de Bajo falou que não tava legal ... Ele sorriu entrou no Jimny e desceu como se fosse a coisa mais natural do mundo ....
Já tinha vivido muitas emoções nesses dois dias ...
Uma pena que nesse dia so tiramos a foto no meio do deserto.
Fui perguntar sobre hotel, ele me pediu para aguardar que um amigo estava chegando ... achei que fosse dono de algum, mas era um amigo dele que se ofereceu para procurar hotel para nós ...
Como sabia que a Mapfre devia pagar um hotel cinco estrela fomos nele, mas não tinha vaga, custava como já falei 375 pesos ... e pagamos 572 pesos em Bajo Caracolles.
Esse amigo pacientemente rodou a cidade quase toda, estavam lotados ou dois eram pulgueiro.
Por fim encontrei um razoável e ficava no centro, agradecemos pela acolhida e ficamos de voltar no outro dia para almoçar com eles.
Num quarto super simples, só nos restou sorrir e agradecer a Deus por ter chegado vivos e ter aparecido pessoas legais que estava nos ajudando.
continua no proximo capitulo ...

vigésimo quinto dia - 10/01/2011 - Bajo Caracolles

Acordamos cedo, liberamos o Christian/Miriam para seguir viagens já que estava certo que nós e o Jimny seguiríamos para Comodoro Rivadavia ...
Um dia para passar o tempo, pois só iriamos viajar amanhã de madrugada as 5h.
No hotel tinha vaga (lá as pessoas só dormem uma noite e seguem viagem) ...
Outro detalhe o hotel ficou por 572 pesos (parecendo mais uma zona) e em Comodoro Rivadavia no hotel cinco estrela tava 375 pesos (mas não tinha vaga).
Aproveitei o dia para separar o que seguiria viagem conosco e o que não teria como, já que achava que voltaria de avião conforme informou a menina da Mapfre, pois em Comodoro em aeroporto. Ledo engano.
Conhecemos dois garotos que estavam viajando a pé e demos vários itens que pra eles seriam úteis.
Doei a LANÇA / cambão para a policia local pelo apoio e atenção que nos deram.
Ah e vi uma Saveiro brasileira que o dono deixou la já faz dois anos e não retornou para buscar kkkk
Outro detalhe ... na hora da sieta até o hotel fecha, com isso fiquei de fora sem poder entrar no meu quarto.
As 22h me chamaram no quarto, era o motorista do caminhão querendo colocar o Jimny no mesmo.
Quando sai tive uma surpresa ... era um caminhão baú pequeno, não um guincho como ele tinha falado.
Bom não havia o que discutir e fui ajudar mais quatro rapazes a colocar o jimny no caminhão.
Daí comecei a perceber que o retorno não seria como imaginei. Fui dormir preocupado.
Continua no próximo capitulo kkkkkkkkkkkk

vigésimo quarto dia - 09/01/2011 - Acidente com fotos

Após a parada no deserto e da última foto do Jimny (ver abaixo), seguimos a Ruta 40 só ripio, ainda não está preparada para asfaltar.

A estrada está em boas condições, só costelas de vaca, mas ja tinhamos passado em lugares piores.
Já era 19h, vimos a placa indicando Bajo Caracolles a 3Km, sentimos uma alívio e a comprovação que o Jimny é econômico pois a Nafta do tanque ia dar e sobrar (e ainda tinhamos os galões kkk) não estava correndo mais do que 60Km por hora, quando ao final da subida senti que a direção ficou frouxa e a roda não ia para onde eu queria.
So avisei a Eli e mantive a direção virada para o lado do barranco já que do outro lado era uma ribanceira e não sabia o que poderia ter la.
Por sorte consegui frear um pouco mas não o suficiente, a roda do meu lado pareceu que virou e o Jimny em um segundo estava tombando ...
Foram três capotada e parou com as rodas para cima como verão abaixo.
Numa foto verão a peça que quebrou e que o policial argentino amarrou com a chave de rodas pois teriamos que levar até Bajo Caracolles uns três kilometros do local do acidente.
Bem aqui acaba a EXPEDIÇÃO PATAGÕNIA 2010/2011 e começa a SAGA/NOVELA ARGENTINA: NO DESERTO PATAGÔNICO ... KKKKKKKKKKK
No sentido contrário apareceu (uma meia hora depois) um carro que voltou até Bajo para avisar a policia.
Que veio com uma ambulância ...
A Eli estava nervosa e chorando, a enfermeira a colocou na ambulancia e a levou para Perito Moreno uns 50 Km do local.
A policia não tinha Cambão, alias nem sabia o que era, quando mostrei falaram LANÇA, mas não sabiam montar, eu tive que fazer isso pra eles.
Foi bom pois o freio não estava funcionando e puxar com cinta numa descida abaixo so no freio  de mão ...







Se prestarem atenção nas fotos, verão que os policiais não tiveram dó ao desvirar o Jimny ....


Outra coisa importante é que os encosto de cabeça ajudou a segurar a lataria evitando que houvesse algum ferimento na cabeça em nós.
Fui na Toyotta da policia para Bajo Caracolles sem saber o que a Eli estava passando na ambulancia.
Como não estava la, vou postar o que ela me falou:
"A ambulancia tinha cheiro de gasolina e cigarro o que estava me dando enjoo. A enfermeira ficava toda hora perguntando como estava. Quando tentei falar que tava bem mas tonta (por causa do cheiro) ela pegou e prendeu meu pescoço e me imobilizou toda, ai sim quase que passei mal de verdade. No hospital depois dos exames o medico entendia um pouco de portugues e consegui esclarecer a situação, foi ai que ele me liberou e pude voltar para Bajo Caracolles".
Chegando em Bajo descarreguei e coloquei tudo num galpão da policia.
E fui no Posto/Armazem/Lanchonete/Hotel/Posto Telefonico do lugar, isso mesmo, o cara é dono de tudo na cidade, ou melhor vila.
Um detalhe a policia não tem telefone, só na lanchonete/hotel.
Já era umas 20h quando consegui entrar em contato com a Seguradora Mapfre.
Bem a garota me disse que eu teria que levar o Jimny até a fronteira pois a Mapfre argentina não ia buscar o carro la em Bajo. (tenho o numero do protocolo e a ligação foi gravada).
A Eli retornou de Perito Moreno inteira kkkk
Bem tentei com o policial ver sobre guincho mas teria que ir a Perito Moreno ou falar com o dono da cidade.
Para complicar ele não conseguia me entender, ai a Eli falou com ele e ele propos levar para Comodoro Rivadavia (400Km) para Perito Moreno (50Km) não podia, (????????) por 3500 pesos ...
Nisso chegou o Christian/Mirian.
Fomos tentar arrumar um local no hotel, o mesmo estava lotado.
Num acampamento tb e acabamos ficando num pulgueiro, veja a foto (posto depois não achei kkkk)
Amanhã continua o proximo capitulo da saga kkkk

sábado, 11 de junho de 2011

vigésimo quarto dia - 09/01/2011 Deserto

Saimos cedo de El Chatém rumo a Paso Rodolfo Roballos porta de entrada pro Chile rumo a Carretera Austral.
Chegamos em Três Lagos na hora do almoço - Siesta -  parecia uma cidade fantasma, nem a central de policia estava aberta ... por sorte encontramos uma senhora e nos indicou uma Panederia (uma casa normal que so entramos pois  a dona nos chamou estávamos olhando um adesivo de Cerva numa janela) onde compramos um lanches com carne e uma coca cola. A dona nos informou como chegar no posto de gasolina que fica na Ruta 40, bem escondido.
Abastecemos e compramos outro lanche para aguentar até Bajo Caracolles já que decidimos não entrar em Governador Gregores.

Foi uma sucessão de rípio e asfalto (pequenos trechos que nos chamou atenção por que asfaltar pequenos trechos no meio do deserto? e não seguir a sequencia? Ah e não era por causa do terreno pois tudo era igual  um deserto só kkk)
Segue fotos tiradas no caminho antes do acidente que falarei em um outro tópico.

vigésimo terceiro dia - 08/01/2011 El Chaten

Saimos (eu e Eli) mais cedo de El Calafate deixando o Christian para pegar o Niva e o grupo Papaleguas.

Fomos rumo a El Chaten e o imponente Monte Fitz Roy onde um brasileiro morreu ao tentar escalá-lo.
Paramos na Bahia (depois lembro o nome kkk) um porto com saída de barco para o Glacial de El Chaten.
Na entrada da cidade fomos ao centro de informações pegar folhetos, onde a atendente avisou que se fossemos fazer escalada a pé e avistássemos um puma era só sair de mansinho que ele não ataca.


Preferimos ir até o centro arrumar uma pousada. Após ver quatro escolhemos a Pousada com vista ao Monte Fritz Roy.


Após o almoço o grupo Papaleguas chegou e resolveram ficar na mesma pousada.
Fomos dar uma volta mas o Ricardo resolveu não ir pois era rípio, preferiu descansar.
No meio do caminho tinha um porteira aberta e o rio com uma área legal pra brincar com o 4x4 kkkk


No fim da estrada uma cachoeira e para chegar ao lago uma caminhada de ao menos 1Km, imagina se fomos kkkk






Ao voltar soubemos que o Christian e Miriam chegaram bem, mas foram para um camping.
A noite saimos e fomos numa pizzaria e encontramos a reporter da TV Globo, Renata ... realizando uma reportagem para o fantastico sobre a morte do alpinista brasileiro uns dias antes.
Muito simpática, ao final da reunião dela, foi na nossa mesa tirar uma foto com a Estelinha.
Fomos dormir e ficou decidido que eu e a Eli iremos sair cedo pois não vamos realizar caminhada, o grupo Papaleguas vai escalar até perto do Monte Fritz Roy. O Christian e Miriam não vão escalar mas vão sair mais tarde. abs

vigésimo segundo dia - 07/01/2011 - Glacial Perito Moreno

Ao chegarmos ao Porto o Niva do Christian estava sem embreagem ...
Decidimos para pegarmos o Parque Perito Moreno aberto e por que já tínhamos pago a entrada, que o Christin/Miriam iriam comigo e Eli e na volta pegaríamos o Niva.
Verão abaixo porque esse dia foi dividido em duas partes ...



 Isso que é fotografo, pegar o exato instante do degelo (abaixo) kkkk


 Aqui as duas gatas resolveram colocar a mão no gelo ... fala sério kkkkk

 As passarelas foram muito bem feitas por entre as arvores onde você consegue chegar bem perto do Glacial.
Mas por causa do degelo as mais baixas estavam fechadas.
O local é lindo , maravilhoso, mas meu coração ficou com o Glacial Upsala, gosto não se discute kkk
O Ricardo e Claudio voltaram direto do Glacial Perito Moreno para El Calafate, eu e o Valter voltamos ao Porto para rebocar o Christian.
Na volta o Christian começou a sentir enjôo (a Mirian ta grávida e ele sente enjôo kkkkkkkkk)
 Novamente meu cambão ou lança como foi chamado em Bajo Caracoles foi acionado.

Por sorte a oficina onde tínhamos levado o Niva ontem, estava aberta e o rapaz que toma conta da oficina deixou colocar o Niva no pátio, amanhã o Christian volta para conversar com o dono da oficina.
Fomos para a Pousada para um merecido descanso.
Eu e a Eli decidimos pegar a estrada logo cedo rumo a El Chatén... abs

vigésimo segundo dia - 07/01/2011 - Estância Cristina - Glacial Upsala

Levantamos cedo ... tomamos um té na pousada ...
Ah, no dia anterior, na agencia de viagens a garota mostrou no mapa como faríamos para chegar no porto "Era só acompanhar a estrada beirando o lago que vcs chegam la" ...
Saímos Eu/Eli, Ricardo/Angela/Stela, Claudio/Vera, pegamos o Valter/Marisa na cidade e fomos pela estrada beirando o lago ... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Bem nem preciso dizer que a informação não era correta ... e o pior que eu estava guiando o grupo.
Ao pesquisar em outro mapa percebi que a informação era errada pois estávamos numa estrada de rípio e nos folhetos falava em estrada asfaltada até o Porto.
Pelo rádio resolvemos pegar uma estrada ao lado, mas era um morrinho (kkkkkkkk) bem eu subi no embalo, os demais preferiram voltar um pouco e pegar uma estradinha. Uma pena que ninguem tirou foto.
Tomamos informações numa fábrica e rumamos para o Porto ... chegamos na hora, bem uns minutinhos atrasados mas outros também atrasaram, inclusive alguns que foram de ônibus da agência.


 O Niva como chegou mais cedo estacionou bem perto do barco.
Esta foto acima é do lago onde iriamos navegar.
Depois de um tempo começou a aparecer os Icebergs, um mais lindo do que o outro, impressionante.





Na chegada na Estância Cristina ficamos por último kkk A maioria foram á pé, nós esperamos o 4x4.
 Da para perceber a animação no inicio kkkkk
Teve hora que não dava pra olhar a ribanceira onde estávamos passando ... ao descer o alivio foi geral e nem reclamamos do que teríamos que caminhar para chegar no Glacial Upsala ... kkkk




Não dá para imaginar a surpresa que tivemos ao chegar no topo da montanha e ver abaixo Upsala.




E ainda tivemos a grata visita de um EL CONDOR.

Voltanda para a Estância descobrimos que poderíamos ter reservado o almoço, mas a garota que nos atendeu não falou nada e levamos um lanche que saboreamos no restaurante deles.
Após teve a visita na fazenda com a explicação de como era feita a tosa das ovelhas ... (não fiquei)
Na volta a alegria era tamanha que nem esperamos o 4x4 voltamos à pé com a galera toda.
Bem a volta foi rápida e pelo cansaço quase toda dentro do barco.
Ao chegarmos no Porto outra surpresa dessa vez desagradável que contarei num outro post ... abs